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Rosácea diatésica
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Subtipos clássicos – Fase I

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Esta fase caracteriza-se por ruborização (ataques episódicos de vermelhidão, acompanhados por uma sensação de calor) e eritema facial central persistente. Quando questionada, a maior parte dos doentes apresenta normalmente um historial de ruborização. O aparecimento de telangiectasias é comum, mas não fundamental. Alguns doentes podem desenvolver edema facial central. Os doentes podem sentir picadas e ardor. Pode ainda verificar-se aspereza ou descamação da pele.
Entre os diagnósticos diferenciais que devem ser tidos em consideração nesta fase temos: dermatite de contacto alérgica, dermatite fototóxica, erisipela, lúpus eritematoso, dermatomiosite, síndroma de Sharp (doença mista do tecido conjuntivo), angioedema, escleredema Buschke do adulto, síndroma de Haber (variante rara da doença de Dowling-Degos com eritema facial semelhante à rosácea), fármacos indutores de rubor (por exemplo, gliceril trinitrato, nifedipina, prostaglandina E, ácido nicotínico, fármacos que contenham etanol).

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